terça-feira, 31 de julho de 2012

Dia do Orgasmo: 15 Soluções para aumentar a libido

Dia do Orgasmo:  Soluções para aumentar a libido

Turbine as chances de você ter orgasmos explosivos com as dicas da sexóloga Natasha Janina Valdez, autora do livro "Vitamina O – Por que o orgasmo é vital para a saúde e a felicidade da mulher".

Em ambos os sexos, ele é uma série rápida de contrações pélvicas em intervalos de 0,8 segundo. E, mesmo tão rápidos, merecerem até uma comemoração especial. Dia 31 de julho é o Dia do Orgasmo. Nas mulheres, eles podem ser mais intensos porque o útero também pode se contrair, o que significa que o orgasmo feminino abrange uma área maior e mais profunda do corpo.
Mas, claro, para ambos os sexos, os orgasmos são desencadeados mais ou menos da mesma forma: por meio da estimulação ora física e ora mental. Os orgasmos, portanto, nunca são exatamente iguais. Homens e mulheres podem senti-los de maneira diferente em termos de potência, duração e intensidade. Tudo vai depender de alguns fatores como o nível de excitação, o tempo decorrido entre um orgasmo e outro ou o nível de energia da pessoa no momento em que está sendo estimulada.
Como a eternidade é puro orgasmo, como bem disse o poeta Carlos Drummond de Andrade, resolvemos trazer algumas dicas simples da sexóloga Natasha Janina Valdez, autora do livro "Vitamina O - Por que o orgasmo é vital para a saúde e a felicidade da mulher" (Editora Cultrix). Você sabia, por exemplo, que evitar o cigarro e não beber em excesso bebidas alcóolicas já ajuda a melhorar seu desempenho na cama? Veja nossos conselhos para você turbinar suas chances de ter orgasmos explosivos.
15 dicas para você se concentrar e chegar lá!
As mulheres ficam tão preocupadas em ter um orgasmo que nenhum tipo de estimulação é capaz de fazê-las chegar lá, muito menos durante o ato sexual. Nada de pensar em contas atrasadas, boletos que não foram pagos, esqueça telefone, esqueça tudo.
E tenha cuidado: o estresse é o vilão do seu prazer. A chave é manter a mente aberta e assumir o compromisso de se comunicar e se conectar sexualmente com seu parceiro. Os conselhos são da sexóloga Natasha Janina Valdez, autora do livro 'Vitamina O – Por que o orgasmo é vital para a saúde e a felicidade da mulher' (Editora Cultrix).
O aquecimento
Todas as mulheres precisam de pelo menos algumas preliminares antes da relação sexual para garantir o orgasmo. Os homens, por outro lado, não são assim. Sempre estão preparados para entrar em ação. Mas lembre-se que as preliminares não têm de ser abertamente sexuais. Claro que podem ser, mas também pode ser algo que comece a criar a atmosfera certa como um banho quente, por exemplo. Ou ainda algo que desperte seus sentidos como uma massagem de corpo inteiro.
Concentre-se na 'hora H'
Não é hora de pensar na sua conta bancária nem de se preocupar com o pagamento de outras contas. De alguma maneira, essas contas serão pagas, mas, se é aí que sua cabeça está na “hora H”, sua mente está pensando na coisa errada. Tenha pensamentos sensuais. Esqueça o mundo e fantasie na cama.
Livre-se das distrações
Esqueça telefone, celular, telefone fixo, tablet, laptop, TV (a menos que tenha um filme erótico passando). Nenhum desses aparelhos é permitido em sua zona de orgasmos! Livre-se deles colocando-os na sala e bem longe de você.
Aprenda a relaxar
A sabedoria convencional diz que uma sessão de sexo dura, em média, de 15 a 20 minutos. Então, como você pode melhorar isso? Pode começar dedicando mais tempo a ele, gastando menos tempo para fazer o jantar ou pagar as contas ou até mesmo no Facebook ao longo do dia, por exemplo. Quando se trata de passar um tempo gostoso com seu amante, saiba que o melhor é não se apressarem ou fazerem tudo às pressas sempre que puderem.
Acabe com a pressão
Não cometa o erro de se sentir pressionada em ter logo um orgasmo. Você consegue atingir ele de maneira mais rápida e poderosa quando o orgasmo não é o princípio e o fim do prazer que está dando a si mesma ou recebendo do seu parceiro.
Estresse: vilão do prazer
Um grande inimigo do prazer é o estresse. Ele é insidioso, pois se alimenta de si mesmo e, se você deixar, apenas aumenta. Ele tem uma missão: arruinar sua vida. Ele não é só ruim para a vida sexual, é terrível para a saúde em geral. Se você tem um jeito de acabar com ele, ótimo. Coloque-o em prática o mais rápido possível. Reserve um tempo para si mesma a cada dia, para mimar-se e relaxar uns instantes. Sua mente e corpo vai ficar mais receptivos ao sexo e aos orgasmos do que você jamais imaginou.
Você tem o controle
Vá bem devagar quando precisar e mais rápido quando você quiser. Cabe a você decidir o que é o melhor! Você tem o controle remoto do prazer. E não fique neurótica dizendo: 'Isso não está funcionando. Eu não consigo ter um orgasmo assim'. Comece, sim, a dizer coisas como 'O que aconteceria se eu inclinasse meus quadris um pouco para a esquerda agora?'. Inovar e experimentar novas coisas na cama também vale a pena!

Quais são os combustíveis femininos?

Elas não têm botão de liga e desliga. Na hora do prazer na cama, a combinação de alguns detalhes faz toda a diferença. “No pacote pró-sexo, entram autoestima elevada, mente tranquila e bom conhecimento do próprio corpo”, enumera o psiquiatra e professor de psicologia Alexandre Saadeh, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Sem contar uma enxurrada de hormônios e de outras substâncias químicas — além, é claro, de um parceiro dedicado, que esteja disposto a estimular pontos estratégicos.

Em outras palavras, vários fatores, psicológicos e orgânicos, servem de combustível para acender a vontade de transar na mulher. “Os hormônios femininos, como o estrogênio, e os masculinos, como a testosterona, têm um papel preponderante para que isso ocorra”, afirma a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Sim, as mulheres também produzem testosterona nos ovários e nas glândulas suprarrenais”, continua o ginecologista especialista em sexualidade humana Aurélio Molina, da Universidade de Pernambuco. “Quando seus níveis se encontram muito baixos, costumam acontecer alterações na libido.”

Assim, não é tarefa simples indicar um tratamento quando essa intrincada rede por trás da vontade feminina enfrenta temperaturas siberianas. Trata-se do que os especialistas chamam de desejo hipoativo, um problema mais comum do que se imagina. Só para ter uma ideia, uma pesquisa realizada com 749 mulheres na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, revela que o desinteresse sexual acometia 33,2% das entrevistadas e a dificuldade de lubrificação, 21,5%. Felizmente, os cientistas estão próximos de soluções para que o termômetro do sexo volte a sinalizar somente tempo quente em quem passa por esse tipo de problema.
Fonte - MSN Mulher

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