sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Mais de 15 Curiosidades sobre a pimenta:



                                                       
Mais de 15 Curiosidades sobre a pimenta:
 A pimenta traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas. Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto! Muitos dos benefícios da pimenta estão sendo investigados neste exato momento, pela comunidade científica e farmacêutica, originando alguns dos projetos de pesquisa mais picantes deste início de terceiro milênio. A substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde.” - Dr. Alexandre Feldman
 Hoje, tailandeses e coreanos são considerados os maiores consumidores de pimenta do mundo; o consumo atinge até oito gramas por dia por pessoa. Por aqui, não há dados sobre o consumo, mas o cultivo é feito em praticamente todas as regiões, com destaque para Bahia, Ceará, Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Rio Grande do Sul. As espécies de pimenta do gênero Capsicum - do qual também faz parte o pimentão - pertencem à família.
 A característica "ardida" da pimenta, chamada pungência, é exclusiva desse gênero e é atribuída a um alcalóide, a capsaicina, que fica acumulado na parte interna do fruto. A pungência das pimentas pode ser medida em Unidades de Calor Scoville (Scoville Heat Units - SHU), com aparelhos específicos. O valor SHU pode chegar a 300 mil, caso, por exemplo, da cumari-do-pará.
 No Benin, uns dos berços do Vodu, existem muitas tradições e crendices populares. Uma delas diz respeito a forma de se desvendar um determinado tipo de crime. Se uma viúva é suspeita de ter cometido o assassinato do marido, ela é posta isolada em um recinto e obrigada a respirar fumaça de cebolas e pimentas. Se lacrimejar, é então considerada culpada.
 Há quem utilize a pimenta como tempero do amor, por acreditar que seja afrodisíaca, e também os que juram que ela afasta o "mau-olhado".
• O nome Cumari em tupi, significa “o prazer do gosto”, e teria um significado semelhante ao de “tempero” em português.
 A maior pimenta: Segundo o Guinness Book, a maior pimenta do mundo é a NUMEX BIG JIM, desenvolvida na Universidade do Novo México, com nada menos de 34,5 cm de comprimento.
 A pimenta mais ardida: A Naga Morich ou Bhut Jolokia entrou para o Guiness Book como a pimenta mais ardida do mundo, após testes de laboratório que acusaram nada menos de 1.001.304 SHU, desbancando a antiga campeã Red Savina Habanero (577.000 SHU)
 A pimenta mais pornográfica: Chama-se “Peter Pepper”, com formato extremamente parecido com o órgão sexual masculino.
 O maior pimentão: A variedade híbrida conhecida como Big Bertha apresenta dimensões de 18 x 10 cm...
 O pimentão mais antigo: O primeiro pimentão a surgir com as características que conhecemos, em formato de bloco, com a casca lisa e totalmente desprovido de pungência, foi o CALIFORNIA WONDER, selecionado em 1928 pela C.C. Morse company.
Assim como o chocolate, a batata o milho e o tomate, a pimenta vermelha é originária da América. Os europeus (e o resto da humanidade!) só a conheceram depois de Colombo. Portanto, não vá dizer que o Imperador romano Júlio César gostava de uma pimentinha no rango por que não é verdade.

  A pimenta é o tempero mais utilizado no mundo depois do sal. Cerca de ¼ da população mundial consome pimenta regularmente.

   Os registros mais antigos de cultivo de pimenta datam de 7.00 a.C. no México. 

 Foram os europeus, através da rotas das Grandes Navegações, que difundiram a pimenta pelo mundo. 

 Os chineses do século XVI (época da dinastia Ching) usavam chá de pimenta em cirurgias de remoção do órgão genital masculino. Após fazer um torniquete para adormecer o local e reduzir a hemorragia, os cirurgiões davam uma xícara de ópio para o futuro eunuco e, em seguida, banhavam a genitália com o chá de pimenta. O formigamente e a ardência ajudavam a diminuir a dor durante a extração do órgão.

 A pimenta deve ser realmente um alimento milagroso. Segundo a crença popular, a pimenta é um excelente auxiliar no tratamento de artrite, catarata, gripes, resfriados, dores de cabeça, diabetes e infecções. 

 O fato é que a pimenta é extremamente nutritiva. Contém vitamina A, B e C, além de grande quantidade de magnésio, potássio, ferro e aminoácidos. É um dos alimentos mais ricos em betacaroteno, um excelente antioxidante. Ela contém seis vezes mais vitamina C do que uma laranja. 

 Outro fato: a pimenta ajuda a fortalecer o sistema imunológico contra gripes e resfriados e é um excelente auxiliar na cicatrização de feridas abertas.

 Afinal, pimenta faz mal para o estômago? Tudo indica que não. Comer pimenta durante as refeições não vai levar nenhuma pessoa com gastrite para o hospital. Mas o molho certamente vai! Isso por que o molho de pimenta contém ácido acético, o nosso conhecido vinagre. Como todos sabem, o vinagre é uma substância corrosiva, não recomendada para quem tem problema de estômago.

 E por que as pimentas ardem? Por causa de uma substância alcalóide chamada capsaína, que estimula as células nervosas da boca, provocando a incômoda sensação de ardor. Pouca gente sabe, mas existe uma unidade de medida do ardor da pimenta. Chamada de Unidade de Calor Scoville (SHU), ela identifica as pimentas mais ardidas que existem no mundo.

 Aliás, sabe qual a pimenta mais ardida do mundo? É a naga joloka, um tipo de pimenta encontrada em Bangladesh, Sri Lanka e Índia. O poder de fogo da naga é 855 mil SHU. Só para efeito de comparação, o segundo lugar fica com a norte-americana red savina habanero, com 580 mil SHU. A brasileiríssima (e ardidíssima!) malagheta tem “apenas” 200 mil SHU de poder.

 A escala SHU foi criada pelo norte-americano Wilbur Scoville. Ele inventou um método para medir a ardência diluíndo o extrato de pimenta em água. Se uma determinada pimenta recebe mil pontos, isso significa que são necessárias mil partes de água para anular uma parte do seu ardor. Imagine, agora, a quantidade de água necessária para anular o ardor da naga joloka.

 Como eliminar o ardor da pimenta? Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que ele não irá desaparecer num passe de mágica e que água não vai ajudar muito. As substâncias ideais para afastar o ardor seriam a gordura (como a do leite integral), o ácido (como o do limão) e o açúcar. Importante: elas tem que ser frias. Portanto, coma algo gelado, gorduroso e doce como uma sobremesa láctea (pudim de leite, sorvete, iogurte com frutas…) que o ardor passará… ou pelo menos diminuirá.

 Um dado interessante: para anular o ardor da pimenta, os indianos costumam usar iogurte nas receitas.

 Os maiores consumidores de pimenta do mundo são os tailandeses e os coreanos.

 A presença da pimenta na culinária mexicana é também muito forte. Aliás, a culinária desse país é conhecida por seu ardor. Os mexicanos usam pimentas em tacos, burritos, tortillas, chilis e… até em balas e pirulitos!

 pimentas mais consumidas pelos brasileiros são: malagheta, pimenta-do-reino, biquinho, bode, dedo-de-moça, cambuci, jalapeño e cumari. 

 O maior produtor brasileiro de pimenta é o estado do Rio Grande do Sul.

 Você sabia que é possível preparar doce de pimenta dedo-de-moça? Quem experimentou, diz que é realmente gostoso. 

 A última curiosidade: o famoso spray de pimenta - muito utilizado pela polícia de vários países - é produzido com a pimenta dorset naga. Se gostou deixe seu comentário:

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